Hoje esqueci-me do passe em casa e passei muitos e largos minutos à espera para comprar bilhete de ida e volta.
Hoje estou com cólicas menstruais.
Hoje de manhã apeteceu-me chorar com um comentário num post num determinado blog [ respeitando a privacidade, não vou divulgar o endereço mas também não acredito que haja mais de cinco pessoas a ler o trully... ainda assim, não vou divulgar na mesma ].
Hoje na viagem de comboio pensei no quanto poderia ser bom eu ter inventado a história da novela mais famosa da TVI e eles terem roubado a minha ideia porque eu já tinha enviado antes para eles e então depois eles copiavam, mas eu era mais esperta e já tinha registado tudo no SPA e depois eles tinham que me pagar uma indemnização choruda; ou isso ou uma escandalosa notícia a abrir o Jornal da TVI... Ui! era cá uma festa...
Entretanto fui interrompida pelas músicas nada repetitivas que passam na RFM que por sua vez passam nas colunas de todas as carruagens da FERTAGUS.
Onde estão os meus headphones isoladores do som e do mundo?...
(não estão, tenho que comprar...)
Às vezes penso que tal como as estrelas me enviam luz de há milhares de anos atrás, assim também eu escrevo este post que hoje estou a publicar de novo.
28 de novembro de 2008
27 de novembro de 2008
"minha senhora"
No comboio a senhora do cachecol branco e óculos de sol levantou-se. Um lenço de tecido (da ranhoca) cai no chão. A passageira ao lado tenta então fazer o seu acto de caridade do dia e tenta chamar a do cachecol branco e óculos de sol.
"Minha Senhora...
Minha Senhora...
MINHA SENHORA!"
A minha senhora não olha. O lenço não era dela, era da que estava sentada ao lado dela antes de esta se levantar.
Só escrevi isto porque achei graça ouvir a outra a chamar "minha senhora".
Só mostra que não perdemos a poesia na Fertagus.
Ou whatever.
"Minha Senhora...
Minha Senhora...
MINHA SENHORA!"
A minha senhora não olha. O lenço não era dela, era da que estava sentada ao lado dela antes de esta se levantar.
Só escrevi isto porque achei graça ouvir a outra a chamar "minha senhora".
Só mostra que não perdemos a poesia na Fertagus.
Ou whatever.
25 de novembro de 2008
why so ... ?
Ontem voltei a ver o filme The Dark Knight.
Voltei a ouvir o joker a dizer "If you're good at something, never do it for free".
Ontem fiz um ano de casada.
Voltei a casar e comi bolo congelado de há um ano atrás que a minha sogra guardou. Sim, fui a única corajosa a comer. E sim, fui a única a simular um flashback ao dia do casamento de olhos fechados e a fazer movimentos psicadélicos como se estivesse a viajar no tempo enquanto comia o bolo e enquanto os meus sogros, cunhada e namorado olhavam para mim.
Qual foi o click para voltar a escrever?
Nenhum!
Voltei a ouvir o joker a dizer "If you're good at something, never do it for free".
Ontem fiz um ano de casada.
Voltei a casar e comi bolo congelado de há um ano atrás que a minha sogra guardou. Sim, fui a única corajosa a comer. E sim, fui a única a simular um flashback ao dia do casamento de olhos fechados e a fazer movimentos psicadélicos como se estivesse a viajar no tempo enquanto comia o bolo e enquanto os meus sogros, cunhada e namorado olhavam para mim.
Qual foi o click para voltar a escrever?
Nenhum!
14 de agosto de 2008
why so serious?
De longe, o melhor joker que já alguma vez vi.Apesar de ter adormecido numa parte crucial do filme (estava cheia de sono e a fazer um esforço para manter os olhos abertos naquela sala escura) em que diz que o joker fez um monólogo quando estava na sala de interrogações, o filme é qualquer coisa. Tem qualquer coisa. De sádico. De essência de joker. Apesar do Batman ser uma coisa irrisória com asas de morcego, o filme tem muito de humano.
E agora deixo-vos com a minha frase preferida do filme dita pelo joker e escrita a cor-de-rosa, que é algo que tem naturalmente tudo a ver...
"If you're good at something,
never do it for free."
indeed.
13 de agosto de 2008
formigas chinesas
Tenho que expor algo que já tenho andado a pensar há muito tempo.
Li agora esta notícia e não deixo de pensar que os chineses se tratam a eles próprios como as formigas, ou como os seres humanos tratam as formigas, por assim dizer. Mas neste caso, são os chineses como seres humanos que se tratam a eles próprios como formigas.
Como são muitas, não têm valor.
Quando vamos a caminhar no mato (ou pelas pedras da calçada com falhas) e vemos um carreiro de formigas, importamo-nos de passar por cima delas? Ou por outras palavras: importamo-nos de as pisar? Não.
É o que eu acho que os chineses fazem a eles próprios.
E acho isto com pena, porque adorei ver a abertura dos Jogos Olímpicos, embora tenha pensado no duro quotidiano de todos aqueles milhares de jovens que acenavam felizes para o público do estádio depois de estarem enfiados em cubos ou de estarem a carregar um coisa gigante sobre as suas cabeças.
Vistas de longe, pareciam formigas.
Pareciam, mas não são. São seres humanos.
Li agora esta notícia e não deixo de pensar que os chineses se tratam a eles próprios como as formigas, ou como os seres humanos tratam as formigas, por assim dizer. Mas neste caso, são os chineses como seres humanos que se tratam a eles próprios como formigas.
Como são muitas, não têm valor.
Quando vamos a caminhar no mato (ou pelas pedras da calçada com falhas) e vemos um carreiro de formigas, importamo-nos de passar por cima delas? Ou por outras palavras: importamo-nos de as pisar? Não.
É o que eu acho que os chineses fazem a eles próprios.
E acho isto com pena, porque adorei ver a abertura dos Jogos Olímpicos, embora tenha pensado no duro quotidiano de todos aqueles milhares de jovens que acenavam felizes para o público do estádio depois de estarem enfiados em cubos ou de estarem a carregar um coisa gigante sobre as suas cabeças.
Vistas de longe, pareciam formigas.
Pareciam, mas não são. São seres humanos.
1 de agosto de 2008
despedidas, desabafos e afins
Ontem fez-se uma festa de despedida para uma colega que se despediu.
Teve direito a bolo, a uma tela com mensagens animadoras e a uma salva de palmas enquanto se gritava "feliz despedida!".
O que foi engraçado foi ouvir de diversas bocas o seguinte: quando eu me for embora, quero isto ou quero assado, cozido, não quero festas, quero não sei quê...
Resumindo: a maioria quer ir embora mas não tem coragem (ainda).
Teve direito a bolo, a uma tela com mensagens animadoras e a uma salva de palmas enquanto se gritava "feliz despedida!".
O que foi engraçado foi ouvir de diversas bocas o seguinte: quando eu me for embora, quero isto ou quero assado, cozido, não quero festas, quero não sei quê...
Resumindo: a maioria quer ir embora mas não tem coragem (ainda).
29 de julho de 2008
NÃO HAVIA NEXEXIDADE
"eu não percebo esses gajos... tiveram em viagem durante 15 dias e tiveram direito a 2 dias de folga! eu quando ia em viagem, ia trabalhar no dia a seguir! E engraçado, as esposas também ficam com folga! sim senhor!"
qual é a necessidade? expliquem-me! eu nem vou dizer o nome da pessoa que fez este comentário (nem referir o tom que foi usado) para ninguém ficar escandalizado, mas volto a pedir... expliquem-me...
expliquem-me qual é a necessidade...
(e eu ainda me escandalizo com isto...)
aproveito para referir a frase dirigida a mim hoje:
"até parece que caíste aqui de paráquedas ontem, oh rita!"
trully.
qual é a necessidade? expliquem-me! eu nem vou dizer o nome da pessoa que fez este comentário (nem referir o tom que foi usado) para ninguém ficar escandalizado, mas volto a pedir... expliquem-me...
expliquem-me qual é a necessidade...
(e eu ainda me escandalizo com isto...)
aproveito para referir a frase dirigida a mim hoje:
"até parece que caíste aqui de paráquedas ontem, oh rita!"
trully.
28 de julho de 2008
VOLTEI MIRACULOSAMENTE!
Não sei como nem porquê, consegui "achar" o meu template antigo e voltar a colocar o trully minimamente apresentável.
Pensei mil vezes em acabar com isto, mas depois lembro-me... "já são 4 anos de trully... não faças isso chouriça...".
(ok. os meus posts têm servido só para referência à minha crise existencial em relação aos templates, mas isso não quer dizer nada... nada mesmo.)
Pensei mil vezes em acabar com isto, mas depois lembro-me... "já são 4 anos de trully... não faças isso chouriça...".
(ok. os meus posts têm servido só para referência à minha crise existencial em relação aos templates, mas isso não quer dizer nada... nada mesmo.)
25 de julho de 2008
ESTÁ CONSUMADO
Sim. Está consumado o assassínio do meu blog.
Mas mesmo morto, ainda irá funcionar... É que esta minha mania de pensar que ao mudar os templates, a vontade de postar retorna, é mirabulante.
Não. Não consigo colocar a data e os títulos dos posts maiores porque segundo o html, funciona tudo como um todo. Ou seja, se colocar letras de gigante no título ou na data, a font do post irá aumentar também.
Este tempo assim nublado é lixado.
Mas mesmo morto, ainda irá funcionar... É que esta minha mania de pensar que ao mudar os templates, a vontade de postar retorna, é mirabulante.
Não. Não consigo colocar a data e os títulos dos posts maiores porque segundo o html, funciona tudo como um todo. Ou seja, se colocar letras de gigante no título ou na data, a font do post irá aumentar também.
Este tempo assim nublado é lixado.
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