"eu não percebo esses gajos... tiveram em viagem durante 15 dias e tiveram direito a 2 dias de folga! eu quando ia em viagem, ia trabalhar no dia a seguir! E engraçado, as esposas também ficam com folga! sim senhor!"
qual é a necessidade? expliquem-me! eu nem vou dizer o nome da pessoa que fez este comentário (nem referir o tom que foi usado) para ninguém ficar escandalizado, mas volto a pedir... expliquem-me...
expliquem-me qual é a necessidade...
(e eu ainda me escandalizo com isto...)
aproveito para referir a frase dirigida a mim hoje:
"até parece que caíste aqui de paráquedas ontem, oh rita!"
trully.
Às vezes penso que tal como as estrelas me enviam luz de há milhares de anos atrás, assim também eu escrevo este post que hoje estou a publicar de novo.
29 de julho de 2008
28 de julho de 2008
VOLTEI MIRACULOSAMENTE!
Não sei como nem porquê, consegui "achar" o meu template antigo e voltar a colocar o trully minimamente apresentável.
Pensei mil vezes em acabar com isto, mas depois lembro-me... "já são 4 anos de trully... não faças isso chouriça...".
(ok. os meus posts têm servido só para referência à minha crise existencial em relação aos templates, mas isso não quer dizer nada... nada mesmo.)
Pensei mil vezes em acabar com isto, mas depois lembro-me... "já são 4 anos de trully... não faças isso chouriça...".
(ok. os meus posts têm servido só para referência à minha crise existencial em relação aos templates, mas isso não quer dizer nada... nada mesmo.)
25 de julho de 2008
ESTÁ CONSUMADO
Sim. Está consumado o assassínio do meu blog.
Mas mesmo morto, ainda irá funcionar... É que esta minha mania de pensar que ao mudar os templates, a vontade de postar retorna, é mirabulante.
Não. Não consigo colocar a data e os títulos dos posts maiores porque segundo o html, funciona tudo como um todo. Ou seja, se colocar letras de gigante no título ou na data, a font do post irá aumentar também.
Este tempo assim nublado é lixado.
Mas mesmo morto, ainda irá funcionar... É que esta minha mania de pensar que ao mudar os templates, a vontade de postar retorna, é mirabulante.
Não. Não consigo colocar a data e os títulos dos posts maiores porque segundo o html, funciona tudo como um todo. Ou seja, se colocar letras de gigante no título ou na data, a font do post irá aumentar também.
Este tempo assim nublado é lixado.
2 de julho de 2008
29 de maio de 2008
16 de maio de 2008
what's wrong with me?...
Hoje no comboio duas finalistas labregas sentaram-se ao meu lado.
Começaram a falar de fitas.
"A tua latinha é assim? A minha é das vaquinhas."
"O que é que compraste para colar as fitas?"
"Pois, aquele velcro... comprei 5 metros! É que eu tenho 80 fitas e fiz as contas e dá 20 pedaços por cada linha."
"Ah pois, eu tenho 50..."
"Tens uma fita preta?!"
"Já agora, se quiseres assinar a minha, assina nesta que tem de muita gente. Toma a caneta. É prateada."
"Não quero! Eu tenho q ser diferente. Tenho aqui outra caneta. O que é escrevo?"
"Não sei, escreve Beijinhos."
... Não ouvi mais porque este foi o tempo de procurar e desembaraçar desesperadamente os meus phones para não ter que as ouvir mais.
Há 3 anos andava eu a distribuir fitas (das quais recebi metade e das quais ainda estou com esperança que me escrevam), a cortar o velcro e a colar as fitas todas tortas no carro em andamento a caminho de Setúbal.
Em época de semanas académicas e de queimas, é impossível não recordar os meus momentos.
De repente 3 anos entram no vácuo do tempo e regresso a uma rititas mais ingénua, menos responsável, menos decidida e mais tolerante.
De repente volto às festas, ao pátio das amendoeiras, às janelas-portas, às viagens até setúbal, à apatia nas aulas, a porto seguro, à ilha em tavira, à música, às lágrimas, às indecisões, aos risos,...
Hoje só me apetece colocar os phones e fixar os olhos no Rio Tejo. É que os 3 anos passados até ao dia de hoje saem rapidamente do vácuo e abafam a rititas.
Começaram a falar de fitas.
"A tua latinha é assim? A minha é das vaquinhas."
"O que é que compraste para colar as fitas?"
"Pois, aquele velcro... comprei 5 metros! É que eu tenho 80 fitas e fiz as contas e dá 20 pedaços por cada linha."
"Ah pois, eu tenho 50..."
"Tens uma fita preta?!"
"Já agora, se quiseres assinar a minha, assina nesta que tem de muita gente. Toma a caneta. É prateada."
"Não quero! Eu tenho q ser diferente. Tenho aqui outra caneta. O que é escrevo?"
"Não sei, escreve Beijinhos."
... Não ouvi mais porque este foi o tempo de procurar e desembaraçar desesperadamente os meus phones para não ter que as ouvir mais.
Há 3 anos andava eu a distribuir fitas (das quais recebi metade e das quais ainda estou com esperança que me escrevam), a cortar o velcro e a colar as fitas todas tortas no carro em andamento a caminho de Setúbal.
Em época de semanas académicas e de queimas, é impossível não recordar os meus momentos.
De repente 3 anos entram no vácuo do tempo e regresso a uma rititas mais ingénua, menos responsável, menos decidida e mais tolerante.
De repente volto às festas, ao pátio das amendoeiras, às janelas-portas, às viagens até setúbal, à apatia nas aulas, a porto seguro, à ilha em tavira, à música, às lágrimas, às indecisões, aos risos,...
Hoje só me apetece colocar os phones e fixar os olhos no Rio Tejo. É que os 3 anos passados até ao dia de hoje saem rapidamente do vácuo e abafam a rititas.
2 de maio de 2008
Dá vontade de dizer...
Sim.
Tudo o que falas é verdade.
Sempre tiveste razão.
Agora podes ficar normal.
Já podes voltar para casa.
Tudo o que falas é verdade.
Sempre tiveste razão.
Agora podes ficar normal.
Já podes voltar para casa.
30 de abril de 2008
há que coisas que...
há coisa de 3 anos eu pensava que a minha sobrinha (a primeira, porque já tenho outra de 6 meses) me ia chamar de Titi.
Mas acontece que ela chama de titi ao meu irmão Samuel. Eu ainda não tenho nome.
Mas acontece que ela chama de titi ao meu irmão Samuel. Eu ainda não tenho nome.
29 de abril de 2008
há coisas que... não sei
A caminho do trabalho vi um miúdo estúpido de 11 anos com duas muletas e que provavelmente ia a caminho da escola. Ele estava com algumas dificuldades: ora a mala caia-lhe, ora desiquilibrava-se.
Já de costas, ouço a muleta a cair no chão. O meu instinto de não sei de quê obrigou-me a dar meia volta e a ir ter com o puto.
"precisas de ajuda?"
"não."
"não?"
"não."
"ok."
Tudo bem que os pais lhe devem ter dito para não falar com desconhecidos. Tudo bem que ele deve ter pensado que eu o queria assaltar. Tudo bem que ele ficou visivelmente com medo.
Mas apeteceu-me dizer-lhe que se devia preparar porque não ia conhecer muitas pessoas que dessem meia volta de propósito só para o ajudar.
Bah... eu e os meus diálogos não consumidos.
Entretanto ele continuou a debater-se com as muletas e eu prossegui o meu caminho.
Já de costas, ouço a muleta a cair no chão. O meu instinto de não sei de quê obrigou-me a dar meia volta e a ir ter com o puto.
"precisas de ajuda?"
"não."
"não?"
"não."
"ok."
Tudo bem que os pais lhe devem ter dito para não falar com desconhecidos. Tudo bem que ele deve ter pensado que eu o queria assaltar. Tudo bem que ele ficou visivelmente com medo.
Mas apeteceu-me dizer-lhe que se devia preparar porque não ia conhecer muitas pessoas que dessem meia volta de propósito só para o ajudar.
Bah... eu e os meus diálogos não consumidos.
Entretanto ele continuou a debater-se com as muletas e eu prossegui o meu caminho.
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