"He said Sha-ka-la-ka Baby."
O pior filme [indiano ] que vi nos últimos tempos...
E o pior é que era suposto aprender com o filme!!
Bollywood Hollywood (não sei do site nem quero saber)
Às vezes penso que tal como as estrelas me enviam luz de há milhares de anos atrás, assim também eu escrevo este post que hoje estou a publicar de novo.
25 de outubro de 2007
24 de outubro de 2007
TENHO SUPER-PODERES AUDITIVOS!
... porque fui fazer uma lavagem aos ouvidos!
Parece que estou noutra dimensão.
[ e estou mesmo, afinal não parece ]
Parece que estou noutra dimensão.
[ e estou mesmo, afinal não parece ]
23 de outubro de 2007
congruências do planeta
Enquanto o Leonardo Di Caprio se entretém a lançar um filme sobre as alterações climátericas, o Irão ameaça limpar Israel da face da terra com bombinhas nucleares.
Fiz esta constatação de factos quando acabei de ler o Destak.
O Destak que me voltou a dar ânimo para resolver sudokus à maluca.
Fiz esta constatação de factos quando acabei de ler o Destak.
O Destak que me voltou a dar ânimo para resolver sudokus à maluca.
22 de outubro de 2007
isto acontece só a mim?
Hoje levei um raspanete no trabalho por estar com olheiras [ por causa do trabalho ].
Não foi por ter trabalhado demais, foi simplesmente por ter olheiras e estar demasiado ensonada para sorrir.
Não foi por ter trabalhado demais, foi simplesmente por ter olheiras e estar demasiado ensonada para sorrir.
20 de outubro de 2007
Sim, voltei...
por causa de um click troll que se sucedeu numa viagem de comboio de regresso a casa e que automaticamente reacendeu dentro de mim o trullyours.
Imaginemos: eu sentada perto da janela à grande e o comboio apinhado de gente. Entra um pai com uma filha com os seus 4 anos de idade que se senta nas escadas. Até aqui tudo bem.
Esta menina trava uma amizade-de-transporte-público com uma jovem universitária que está sentada ao seu lado. Fico a observar (e a tentar ouvir, apesar de ter o ouvido direito MUIto tapado).
No meio de tanta converseta, chegamos à estação de saída da menina.
A menina levanta-se, faz adeus à jovem e no fim olha para ela com um ar solidário e diz:
"Tens borbulhas na testa!"
Isto é o trullyours. É esta a essência.
Imaginemos: eu sentada perto da janela à grande e o comboio apinhado de gente. Entra um pai com uma filha com os seus 4 anos de idade que se senta nas escadas. Até aqui tudo bem.
Esta menina trava uma amizade-de-transporte-público com uma jovem universitária que está sentada ao seu lado. Fico a observar (e a tentar ouvir, apesar de ter o ouvido direito MUIto tapado).
No meio de tanta converseta, chegamos à estação de saída da menina.
A menina levanta-se, faz adeus à jovem e no fim olha para ela com um ar solidário e diz:
"Tens borbulhas na testa!"
Isto é o trullyours. É esta a essência.
16 de outubro de 2007
28 de agosto de 2007
O que eu ando a dizer desde que nasci
"As alterações climáticas são já uma dura realidade, um massivo obstáculo ao desenvolvimento" Ministro do Ambiente australiano, Josef Proell
... Jura lá!!!
17 de agosto de 2007
um grito surdo
Falava eu de Angola?
Do caminho do aerporto de Guarulhos até... algures em São Paulo, só avistei favelas, prédios gigantescos, poluição, muitos muitos carros e muita gente (12 milhões de pessoas vivem no centro de São Paulo).
A isto sim, posso de chamar de CIDADE:
Movimento desenfreado onde ninguém se importa com o jovem louco e desdentado que grita e chora enquanto esfrega as mãos nos joelhos esfolados à beira dos semáforos; onde um prédio de 10 andares está completamente grafitado.
Uma cidade onde o único cheiro existente é o do fumo que sai dos carros; uma cidade com réstias de escombros vedados pela polícia e um ou outro repórter que queima os últimos cartuchos em notícias sobre o acidente em Gongonhas.
Uma cidade onde posso avistar avenidas inteiras só com lojas para noivas e onde nas passadeiras para peões temos que atravessar a estrada a correr para não sermos atropelados! E se formos condutores, temos que ter cuidado para não parar numa passadeira sem correr o risco do carro de trás estoirar com a nossa traseira).
Uma cidade que me faz acreditar de novo num luxo miserável, num fosso entre ricos e pobres que tanto ouvia falar em Geografia do 9º ano e em que pensava "que injustiça...".
Agora vivendo no meio desse fosso, não me ocorre fazer nada de heróico porque não sou a Super Mulher nem o Presidente da República. Sou a Rita Melo que de alguma forma ainda pode mudar alguma coisa, nem que seja na consciência de uma só pessoa.
Tenho poder para o fazer. Tenho como mudar o meu micro-mundo através da minha existência!
Do caminho do aerporto de Guarulhos até... algures em São Paulo, só avistei favelas, prédios gigantescos, poluição, muitos muitos carros e muita gente (12 milhões de pessoas vivem no centro de São Paulo).
A isto sim, posso de chamar de CIDADE:
Movimento desenfreado onde ninguém se importa com o jovem louco e desdentado que grita e chora enquanto esfrega as mãos nos joelhos esfolados à beira dos semáforos; onde um prédio de 10 andares está completamente grafitado.
Uma cidade onde o único cheiro existente é o do fumo que sai dos carros; uma cidade com réstias de escombros vedados pela polícia e um ou outro repórter que queima os últimos cartuchos em notícias sobre o acidente em Gongonhas.
Uma cidade onde posso avistar avenidas inteiras só com lojas para noivas e onde nas passadeiras para peões temos que atravessar a estrada a correr para não sermos atropelados! E se formos condutores, temos que ter cuidado para não parar numa passadeira sem correr o risco do carro de trás estoirar com a nossa traseira).
Uma cidade que me faz acreditar de novo num luxo miserável, num fosso entre ricos e pobres que tanto ouvia falar em Geografia do 9º ano e em que pensava "que injustiça...".
Agora vivendo no meio desse fosso, não me ocorre fazer nada de heróico porque não sou a Super Mulher nem o Presidente da República. Sou a Rita Melo que de alguma forma ainda pode mudar alguma coisa, nem que seja na consciência de uma só pessoa.
Tenho poder para o fazer. Tenho como mudar o meu micro-mundo através da minha existência!
11 de agosto de 2007
6 de agosto de 2007
odeio quando isto acontece
Tenho andado tão absorta no meu trabalho que me esqueci de certos aniversários.
[ode aos meus pensamentos]
"Hoje é dia 6...ok... o projecto está... a lista dos convidados a tempo integral também... faltam as fichas para o Brasil... amanhã é a conferência... ESPERA! Estamos em Agosto! Hoje é dia 6... SHEAT! %#&$/ como é que se escreve merda em inglês afinal?! AHHHHHHHHHHHH Esqueci-meeee! "
Pronto. Já posso continuar a trabalhar.
[ Já agora: está confirmado: terça-feira temos viagem. ]
[ode aos meus pensamentos]
"Hoje é dia 6...ok... o projecto está... a lista dos convidados a tempo integral também... faltam as fichas para o Brasil... amanhã é a conferência... ESPERA! Estamos em Agosto! Hoje é dia 6... SHEAT! %#&$/ como é que se escreve merda em inglês afinal?! AHHHHHHHHHHHH Esqueci-meeee! "
Pronto. Já posso continuar a trabalhar.
[ Já agora: está confirmado: terça-feira temos viagem. ]
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