Às vezes penso que tal como as estrelas me enviam luz de há milhares de anos atrás, assim também eu escrevo este post que hoje estou a publicar de novo.
16 de novembro de 2014
trully me
15 de abril de 2014
How I met your mother
Depois de ver o final da série, tentei desesperadamente encontrar motivos entre as 9 temporadas que me levaram a gostar desta série.
Conclusão?
O final conseguiu destruir anos e anos de risos e boa disposição.
SPOILERS
Fiquei com raiva do Ted.
Fiquei com raiva da Robin.
Achei a cena do Barney com a filha demasiado lamechas.
A Mother não devia ter morrido (pelo menos tão cedo).
Calados ou a falar, os filhos do Ted são igualmente irritantes.
Nada daquilo devia ter acontecido.
Fiquei tão decepcionada que o meu subconsciente construiu sonhos enquanto dormia de noite com finais diferentes.
Sinto que fui enganada pelo Ted Mosby após tantos anos. E isso, meus amigos que escreveram os guiões, NÃO SE FAZ.
9 de março de 2014
17 de fevereiro de 2014
10 anos
Esqueci-me... Entre chegar tarde a casa quase todos os dias e uma gastroenterite, não foi possível.
Mas assinalo a data com orgulho, apesar de no blog terem havido momentos em coma ou em hibernação.
Sem mim própria não teria chegado até aqui.
Espero em 2024 continuar a escrever neste blog.
10 de fevereiro de 2014
Not knowing
Não quero. Não quero ter o penoso momento de associar um rosto, uma personalidade, um nome, uma vida... Não quero voltar atrás no tempo e reviver tudo de novo... Aquilo que poderia ter sido, aquilo que ele/ela poderia ter vivido e não viveu.
Importa saber? Ou não?
Não se aceitam apostas.
Update 1:
Refleti melhor e a questão de pensar no que poderia ter sido está fora de questão. A realidade é que não havia vida possível, logo não posso estar a imaginar coisas que nunca poderiam acontecer...
Update 2:
21 de janeiro de 2014
2014 already??
31 de dezembro de 2013
26 de dezembro de 2013
balanço da época natalícia de 2013
Mas gostaria de acrescentar algumas.
Este natal foi exatamente aquilo que deveria ter sido, não deixando de lado os meus desejos intangíveis de que o meu pai e o meu bebé com crânio cá estivessem.
Mas utopias à parte, neste natal redefini o meu conceito de família.
E as conclusões são tristes, trazem desilusão e irritam-me:
Desde os favoritismos psicóticos (que sempre existiram mas que agora se estendem a novos membros), até à ignorância da minha pessoa.
É triste e não vou dar importância.
Só escrevi porque sim, mas não volto a falar nem pensar nisto.
Ever again.
(excepto quando por acaso voltar a ler este post no futuro)
