17 de fevereiro de 2014

10 anos

Não fiz a festa de gala nem a atribuição de prémios.
Esqueci-me... Entre chegar tarde a casa quase todos os dias e uma gastroenterite, não foi possível.
Mas assinalo a data com orgulho, apesar de no blog terem havido momentos em coma ou em hibernação.

Sem mim própria não teria chegado até aqui.
Espero em 2024 continuar a escrever neste blog.

10 de fevereiro de 2014

Not knowing

'Quer saber o sexo?'
Não quero. Não quero ter o penoso momento de associar um rosto,  uma personalidade,  um nome, uma vida...  Não quero voltar atrás no tempo e reviver tudo de novo... Aquilo que poderia ter sido,  aquilo que ele/ela poderia ter vivido e não viveu.
Quero. Por curiosidade e para talvez fechar um ciclo,  um capítulo e não passar o resto da minha vida a pensar no que poderia ter sido,  no que ele/ela poderia ter vivido mas não viveu.
Quem eras tu?
Importa saber? Ou não?
Não se aceitam apostas.

Update 1:
Refleti melhor e a questão de pensar no que poderia ter sido está fora de questão.  A realidade é que não havia vida possível,  logo não posso estar a imaginar coisas que nunca poderiam acontecer...
(está-se mesmo a ver que estou à espera de uma consulta num hospital público. A manhã vai ser longa...)

Update 2:
Acabei por saber na mesma.
E eu estou na mesma.

21 de janeiro de 2014

2014 already??

Impressiona-me como a partir de uma certa idade o tempo passa a correr como se estivesse a fazer jogging e nós fossemos as garrafas de água que vão presas na cintura dele.
Quando acabar a água seremos atirados para o contentor amarelo, porque o tempo é ecológico e não atira coisas para o chão ou para o lixo indiferenciado.

Filosofias de meia-noite à parte, não sei muito bem o que escrever...
Entre resoluções de ano novo e frenemies do passado, espero que este ano não traga nada.
Eu mesma vou buscar, obrigada. 

31 de dezembro de 2013

Palavra de Ordem para 2014:

Gratidão.

26 de dezembro de 2013

balanço da época natalícia de 2013

Não retiro nenhuma palavra escrita no post anterior.
Mas gostaria de acrescentar algumas.
Este natal foi exatamente aquilo que deveria ter sido, não deixando de lado os meus desejos intangíveis de que o meu pai e o meu bebé com crânio cá estivessem.
Mas utopias à parte, neste natal redefini o meu conceito de família.
E as conclusões são tristes, trazem desilusão e irritam-me:
Desde os favoritismos psicóticos (que sempre existiram mas que agora se estendem a novos membros), até à ignorância da minha pessoa.
É triste e não vou dar importância.
Só escrevi porque sim, mas não volto a falar nem pensar nisto.
Ever again.

(excepto quando por acaso voltar a ler este post no futuro)

22 de dezembro de 2013

época natalícia

O natal tem o seu quê de deprimente.
Jesus não nasceu a 25 de Dezembro. Antes era comemorado o nascimento do deus sol nessa mesma data e eram feitas as comemorações da chegada do solstício de inverno. Mas os romanos quiseram misturar tudo.
Se isto estiver mal escrito ou mal explicado, peço um mar de perdão.
Avante, é deprimente.
É deprimente como nos dias de hoje se mesclam costumes, crenças, paganismos e consumismos.

Mas o mais deprimente é desejar todos os anos que o natal fosse diferente.
É desejar que as pessoas (ou mesmo os projetos de) que se foram para sempre, estivessem cá, presentes.
É todo um conjunto de ambientes e de sentimentos que me fazem ficar deprimida.

No entanto, para não cair no profundo abismo da inimiga, há que ter gratidão.
Gratidão pelas coisas boas da vida,
Pelas que estão presentes, vivas, 
Que nos fazem respirar e sorrir.

Tal como em tudo na vida, tudo passa e tudo muda.
Agora é o natal e depois o ano novo.
E depois logo se vê.

Feliz "natal" a todos.

16 de dezembro de 2013

# comentários cobardolas


Isto explica muita coisa.

#comentários cobardolas (agora não quero outra coisa)


A sério?
E então?

8 de dezembro de 2013

#comentários cobardolas


[para ler com voz de imitação]
"pior é não comer sushi" e "a toxoplasmose vem dos ratos"

PIOR é terem que interromper uma gravidez.
Deixem-se de merdas e de dramas irritantes que podem ser facilmente superados.

2 de dezembro de 2013

#comentários cobardolas


COMENTÁRIO COBARDOLAS:
Pagava para ver essa mudança para Cabo Verde.
Mas não é pelo teu marido ser um racista assumido.
Nada disso.