27 de novembro de 2025

 Estamos em 2025.

A terminar 2025. 

A entrar em 2026.

Muito aconteceu e não acredito que não deixei o post anual de 2024...

Shame on me.

Shame on them. On todos nós que andamos aqui a brincar aos planetas terras.

Anyways, lembrei-me de vir cá fazer xixi para deixar a marca de 2025. 

Um dia volto com mais calma. 

30 de janeiro de 2023

2023 OMG

 Em 2024 este blog (que palavra tão anos 2000) faz... 20 anos.

Quer dizer, faz se eu continuar a escrever, até porque estamos em 2023 e é melhor não atirar foguetes antes da vigésima festa.
Sempre apostei tudo nos anos pares em vez dos anos ímpares. Chamem-me anoímparofóbica, não me importo.

Mas sim, vou voltar a escrever. 
Onde é que eu já li isto antes?
Ah sim. De 600 em 600 dias, eu escrevo isto. Mas já passou menos tempo desde a última vez que teclei por aqui.
Não desprezemos os pequenos começos. 

12 de novembro de 2022

Nem acredito que estou a escrever isto - Parte II em 2022

Na verdade, continuo a escrever aqui esporadicamente de 600 em 600 dias porque tenho pena de desligar as máquinas de oxigénio que sustentam este blog.

Mas a verdade é que de 600 em 600 dias, há um momento da minha vida em que venho aqui revisitar posts antigos, textos escritos e saídos da alma, do coração... e alguns do intestino grosso.

E claro. Fico com vontade de voltar a escrever para voltar a sentir a auto-aprovação e me lembrar que afinal sou tão engraçada e original e com uma barriga e um papo grandes, e já com 40 anos, quem diria?!

A verdade é que às vezes sinto que não chego lá. Não consigo mais que isto. Que estou... Enfim. 

Por falar em verdade, o mundo em 2022 está estúpido.
As redes sociais estão estúpidas. 
E por isso acho que vou voltar a "viver" aqui. 
Nem que seja de 600 em 600 dias. 


24 de setembro de 2020

Nem acredito que estou a fazer isto.

 24 de Setembro de 2020.

Estou a ressuscitar esta coisa que antes parecia ser o único meio digital onde podia debitar e vomitar coisas do meu cérebro sem que ninguém me julgasse porque dos 560 "amigos" do Facebook, só um ou dois é que iriam ler isto.

Estou com saudades de escrever, apesar de passar o tempo todo a escrever. Mas não o que eu realmente queria. 

E tanto já se passou... 10 anos e 5 anos de duas crianças lindas; uma pandemia no meio que nos pôs a todos malucos da cabecinha; uma decisão de começar a ir ao ginásio e viver no mundo encantado dos wheys e dos agachamentos; uma vida "profissional" com tantos altos e baixos que já nem sei em que onda ando...

Tanto mas tanto por escrever. Mas quero voltar e vou voltar, prometo.

20 de novembro de 2017

YOPO!!

You Only Post Once.
Porque vi títulos nos rascunhos deste blog que pareciam posts tão promissores... Mas não têm conteúdo e já não me lembro do que ia escrever.

Antes que este post fique também na gaveta dos rascunhos, adianto...
Estamos em Novembro e não chove.
Queria estar em Angola exatamente como há 10 anos atrás, mas não posso. Mas já "get over it".
Estou neste momento com as ninas em casa mas também não queria estar em outro lugar (agora).

E é isso. Hoje não estou para filosofias. Adeus.

14 de julho de 2017

say what?!

O último post neste Trullyours foi a 16 de Novembro de 2014.
Já estamos em 2017. Em Janeiro mais propriamente.
Não posso crer que em 365 dias a multiplicar por 2 não tive a ousadia em tirar uns minutos para atualizar o Trullyours... Ainda para mais quando coisas boas aconteceram.
Sim, muitas coisas boas aconteceram e a julgar pelos últimos posts aqui escritos, parecia eu que estava a roçar em deep deep deep... snow... Wow.

***

Entretanto já estamos em Julho de 2017 e lembrei-me que tenho um sítio onde depositar as minhas lamúrias e larachas, embora já ninguém leia. Mas ainda bem, porque só me lembro deste sítio quando sinto que ficar calada e guardar para mim não chega.
Hoje estou triste, mas ao escolher as palavras para descrever esta tristeza, parecem-me que não fazem sentido.
Mas avante, a nina mais velha já fez 7, a nina mais nova vai fazer 2.
Nunca eu sonhei que iam cantar músicas feitas por mim.
Mas já sonhei que um dia o desânimo viria, e hoje é o dia - sim, após ter estado a trabalhar duas semanas intensamente e cujo trabalho não vai parar por aqui.
Porquê? Porque fico a pensar, para quê me esfalfar tanto... A vida são só dois dias.
Seize the day bitch.


16 de novembro de 2014

trully me

Por estes dias, vai fazer um ano que perdi .... [e faço uma pausa para usar a melhor palavra, mas tenho receio de a escrever].

Não é algo que tenha tido coragem de falar com alguém.
Já ninguém se lembra, "anyways".

Mas infelizmente é algo que ainda retenho na memória e no coração, porque algo de "mágico" acontece sempre que faz um ano em que acontecem coisas. Tenho o desprazer de reviver tudo como se fosse hoje... As emoções ficam à flor da pele, à mínima referência as lágrimas sustém-se tímidas e os flashbacks são uma constante em diversas ocasiões do dia.

Gostava de ser mais forte, superar tudo de uma vez e não me lembrar mais, mas é difícil.
É um processo que estou a aprender a processar (sim, a repetição foi de propósito).

Tenho-me focado na minha família, no meu ninho - os que estão vivos, perto de mim e que sei que vão sempre estar lá para mim.

Não me falta nada, sou feliz; tenho um teto, tenho amigos, tenho trabalho, faço o que gosto, não tenho nada a apontar.
Mas deixem-me chorar. Prometo que passa.

15 de abril de 2014

How I met your mother

Depois de ver o final da série, tentei desesperadamente encontrar motivos entre as 9 temporadas que me levaram a gostar desta série.

Conclusão?
O final conseguiu destruir anos e anos de risos e boa disposição.

SPOILERS
Fiquei com raiva do Ted.
Fiquei com raiva da Robin.
Achei a cena do Barney com a filha demasiado lamechas.
A Mother não devia ter morrido (pelo menos tão cedo).
Calados ou a falar,  os filhos do Ted são igualmente irritantes.
Nada daquilo devia ter acontecido.

Fiquei tão decepcionada que o meu subconsciente construiu sonhos enquanto dormia de noite com finais diferentes.

Sinto que fui enganada pelo Ted Mosby após tantos anos. E isso, meus amigos que escreveram os guiões, NÃO SE FAZ.

9 de março de 2014

#Ilações

Tenho medo de extremismos e dos extremistas que não têm noção do extremo.

17 de fevereiro de 2014

10 anos

Não fiz a festa de gala nem a atribuição de prémios.
Esqueci-me... Entre chegar tarde a casa quase todos os dias e uma gastroenterite, não foi possível.
Mas assinalo a data com orgulho, apesar de no blog terem havido momentos em coma ou em hibernação.

Sem mim própria não teria chegado até aqui.
Espero em 2024 continuar a escrever neste blog.

10 de fevereiro de 2014

Not knowing

'Quer saber o sexo?'
Não quero. Não quero ter o penoso momento de associar um rosto,  uma personalidade,  um nome, uma vida...  Não quero voltar atrás no tempo e reviver tudo de novo... Aquilo que poderia ter sido,  aquilo que ele/ela poderia ter vivido e não viveu.
Quero. Por curiosidade e para talvez fechar um ciclo,  um capítulo e não passar o resto da minha vida a pensar no que poderia ter sido,  no que ele/ela poderia ter vivido mas não viveu.
Quem eras tu?
Importa saber? Ou não?
Não se aceitam apostas.

Update 1:
Refleti melhor e a questão de pensar no que poderia ter sido está fora de questão.  A realidade é que não havia vida possível,  logo não posso estar a imaginar coisas que nunca poderiam acontecer...
(está-se mesmo a ver que estou à espera de uma consulta num hospital público. A manhã vai ser longa...)

Update 2:
Acabei por saber na mesma.
E eu estou na mesma.

21 de janeiro de 2014

2014 already??

Impressiona-me como a partir de uma certa idade o tempo passa a correr como se estivesse a fazer jogging e nós fossemos as garrafas de água que vão presas na cintura dele.
Quando acabar a água seremos atirados para o contentor amarelo, porque o tempo é ecológico e não atira coisas para o chão ou para o lixo indiferenciado.

Filosofias de meia-noite à parte, não sei muito bem o que escrever...
Entre resoluções de ano novo e frenemies do passado, espero que este ano não traga nada.
Eu mesma vou buscar, obrigada. 

31 de dezembro de 2013

Palavra de Ordem para 2014:

Gratidão.

26 de dezembro de 2013

balanço da época natalícia de 2013

Não retiro nenhuma palavra escrita no post anterior.
Mas gostaria de acrescentar algumas.
Este natal foi exatamente aquilo que deveria ter sido, não deixando de lado os meus desejos intangíveis de que o meu pai e o meu bebé com crânio cá estivessem.
Mas utopias à parte, neste natal redefini o meu conceito de família.
E as conclusões são tristes, trazem desilusão e irritam-me:
Desde os favoritismos psicóticos (que sempre existiram mas que agora se estendem a novos membros), até à ignorância da minha pessoa.
É triste e não vou dar importância.
Só escrevi porque sim, mas não volto a falar nem pensar nisto.
Ever again.

(excepto quando por acaso voltar a ler este post no futuro)

22 de dezembro de 2013

época natalícia

O natal tem o seu quê de deprimente.
Jesus não nasceu a 25 de Dezembro. Antes era comemorado o nascimento do deus sol nessa mesma data e eram feitas as comemorações da chegada do solstício de inverno. Mas os romanos quiseram misturar tudo.
Se isto estiver mal escrito ou mal explicado, peço um mar de perdão.
Avante, é deprimente.
É deprimente como nos dias de hoje se mesclam costumes, crenças, paganismos e consumismos.

Mas o mais deprimente é desejar todos os anos que o natal fosse diferente.
É desejar que as pessoas (ou mesmo os projetos de) que se foram para sempre, estivessem cá, presentes.
É todo um conjunto de ambientes e de sentimentos que me fazem ficar deprimida.

No entanto, para não cair no profundo abismo da inimiga, há que ter gratidão.
Gratidão pelas coisas boas da vida,
Pelas que estão presentes, vivas, 
Que nos fazem respirar e sorrir.

Tal como em tudo na vida, tudo passa e tudo muda.
Agora é o natal e depois o ano novo.
E depois logo se vê.

Feliz "natal" a todos.

16 de dezembro de 2013

# comentários cobardolas


Isto explica muita coisa.

#comentários cobardolas (agora não quero outra coisa)


A sério?
E então?

8 de dezembro de 2013

#comentários cobardolas


[para ler com voz de imitação]
"pior é não comer sushi" e "a toxoplasmose vem dos ratos"

PIOR é terem que interromper uma gravidez.
Deixem-se de merdas e de dramas irritantes que podem ser facilmente superados.

2 de dezembro de 2013

#comentários cobardolas


COMENTÁRIO COBARDOLAS:
Pagava para ver essa mudança para Cabo Verde.
Mas não é pelo teu marido ser um racista assumido.
Nada disso.

Perdoem-me mas vai começar a PERSEGUIÇÃO

É hoje.
Vai começar a rubrica tão esperada por mim no Trullyours.
Os comentários que eu desejava fazer mas que vou fazer anonimamente porque sou cobardolas e não quero ferir susceptibilidades.
Let the games begin.

COMENTÁRIO COBARDOLAS:
A sério que todos nós - para além do teu noivo - tivemos que ler isto? 

(comentário digno de mean girl dos filmes americanos, mas do lado dos mean nerds... mas é só porque este é o primeiro. o próximo sai melhor.)