29 de abril de 2005

respiro fundo.. e lembro-me da força,
que guardo dentro do meu corpo,
espero que EU a oiça...

cortaram-me as asas que eu pensava que tinha.
eu tinha a certeza de que ia conseguir voar.
mas neste mundo ter certeza não chega.

27 de abril de 2005

disfunção à rititas

Hoje tropecei nas escadas da estação e ia caindo. Até aqui nada de anormal. A única anormalidade é que isto sempre me acontece quando eu tiro os olhos da escada que subo ou desço! Ou seja: não consigo descer ou subir umas quaisquer escadas sem olhar para os degraus! Se olho em frente, parece que fico desconcentrada e os pés trocam-se todos até resultar em algum tipo de tropeço ou queda... É estranho não é? Será só comigo?...
[provavelmente sim]

26 de abril de 2005

Week_End e s t i c a d o

LIBERDADE
para comer um gelado gigante à beira-mar de Sesimbra
para abraçar a barriga grande da minha mana
para cantar poeiraaaaaa com a minha priminha Marlita
para abraçar o meu avô e dizer que gosto muito dele no seu 81º aniversário
para sonhar com o futuro que bate à porta [podes entrar!]

22 de abril de 2005

Há coisas que nunca mudam...

Aqui estou eu na oficina multimédia [mais conhecido como "computadores" - leia-se: "aqui estou eu nos computadores"] da ESE e parece que aqui o tempo não passa... Mesmo ao meu lado tenho a Madeirense que faz parte da vida eseana desde que entrei para o primeiro ano e sempre que a vejo assisto sempre ao mesmo: discussões com os colegas ou por causa de trabalhos, relações interpessoais, rixas com professores, mal-entendidos, etc... E como sempre, todos nós ficamos a saber o motivo das discussões, tal é o volume de voz da Madeireinse.
Neste momento os ânimos já acalmaram e eu fiquei com uma súbita vontade de correr descalça sobre a relva e ficar deitada a ver as nuvens a passar.

P.S. Hoje fui buscar a pasta das fitas e eis como ficou [sem estas cores claro, embora sejam muito simbólicas]:
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL
Escola Superior de Educação
Comunicação Social
2000/2005
Rititas

21 de abril de 2005

O Drama dos Saltos de Agulha - parte II

Consegui chegar a casa com os calcanhares no sítio certo [se bem que quando estava a descer as escadas da estação senti uma leve deslocação do calcanhar, mas afinal não era].
Qual próximo capítulo qual quê... só se não tiver que andar muito é que as botas voltarão a sentir o meu cholé. And that's the end of story.

O Drama dos Saltos de Agulha

Era uma vez uma menina que havia habituado os seus pés com solas rasas, bainhas mal feitas e um estilo de andar descontraído e leve [mas não à xungoso, não confundam].
Um dia, por força e exigência do destino, resolveu comprar umas botas de salto de agulha muito elegantes e bonitas. Nunca as usou em público até ao presente dia em que os leitores deste conto estão a presenciar. Saiu de casa meio insegura mas lá conseguiu fazer o seu caminho rumo à estação e ao seu local de trabalho.
À parte do aparente êxito que teve com as botas de salto de agulha, neste momento os rins da menina estão a doer-lhe. A menina vencera os saltos de agulha, mas não as incensantes bainhas mal feitas das suas calças. Talvez num próximo capítulo...

20 de abril de 2005

Já temos papa!

O Samuel ontem teve que comer Nestum e não gosta nada... Mas felizmente a minha mãe já comprou Cerelác e já estamos todos felizes em casa (pois eu prefiro Cerelác, embora o Nestum também me agrade).
Não sei se alguém se lembra... mas eu gostava imenso de Farinha 33... uma papa de chocolate que tinha que se fazer na panela e ficava bem grossa... hmmm... Em Porto Seguro [axê.. bahiaaaa!] todos os dias ao pequeno almoço comia mingau (=papa) de aveia ou de milho... que delícia gente... Isto para além dos pãezinhos com fiambre e queijo, dos ovos mexidos, dos sucos de goiaba ou de aceroula... hmm comidaaa.....

19 de abril de 2005

ANÚNCIO DEVERAS IMPORTANTE:

Fim do Reinado de Cabelos Esticados III.
Devolução do Trono a D. Cabelos Encaracolados.

18 de abril de 2005

WeeK_End

:: Antes de mais: o senhor na fotografia do post anterior é o Capitão Spock do Star Trek... para quem não reconheceu ou ficou com dúvidas se eu realmente me casei com ele ou não.
:: Meet the Fockers - ainda bem que não fui ver ao cinema. Não é um mau filme, mas também não é daqueles em que rebolas no sofá a rir ["asssss hoooooole!"].
:: Bride&Prejudice - um daqueles filmes indianos em que entram europeus e todos cantam e dançam nas ruas cheias de cor e alegria e em que no final há sempre 2 ou 3 casamentos colectivos em que os casais acabam em cima de um elefante decorado com dezenas de indianos pobres (mas sorridentes) nas ruas a atirarem-lhes flores e a dançar como se fosse o seu próprio casamento.
Preciso que a dread n. me instrua de novo no mundo cinematográfico, porque ando a fazer más escolhas...

14 de abril de 2005

:: amiguinho de infância ::

O seu primeiro nome é impronunciável por seres humanos. É filho do embaixador vulcano Sarek e da sua esposa humana Amanda Grayson [daí as orelhas...] e foi o meu amiguinho de infância. A minha irmã dizia que eu me iria casar com ele, e eu chorava no silêncio do meu quarto porque como se não bastasse, ela também dizia que eu tinha sido encontrada no caixote de lixo.
Aqui fica então uma homenagem ao meu amiguinho de infância, o inconfundível...